sexta-feira, 8 de julho de 2011

FOI ASSIM NO ALENTEJO.

                            ESTE POEMA
                   Para dedicar com valor
                  Não vou mudar de tema
                     Ao pastor alentejano
               No campo ovelhas a pastar
    Não eram dele, eram de um outro fulano
                 Que o andava a explorar
   Se não obedecia, levava puxão de orelhas
             Pretendia da miséria se afastar
     Verdes ou pretas, não eram aldrabonas
                          Na carne a pensar
               Comia, com o pão,  azeitanas       

10 comentários:

  1. Prefiro pão com azeitonas do que carne de ovelha. eheheheheh.
    Bom fim de semana. :)))))

    ResponderEliminar
  2. Olá Eduardo! Passando para ler as novidades e deixar meu abraço desejando um ótimo fim de semana!
    :)

    ResponderEliminar
  3. Novo desafio musical:

    http://ocantinhodomestre.blogspot.com/2011/07/desafio-musical-n-5.html

    :D

    ResponderEliminar
  4. Oi Eduardo, lindo poema, eu te agradeço pelo carinho e desejo um final de semana maravilhoso para vc. beijos.

    ResponderEliminar
  5. Olá Eduardo!
    Não há dúvida que ganhaste um sério grupo de fãs brasileiros para os teus poemas.
    Eu estava começando a ler
    a tua história das ovelhas
    mas não esperava era ver
    que estas rimassem com orelhas!

    ResponderEliminar
  6. Azeitonas sendo verdes saem na frente e dão vida saudável ao corpo e à alma, sempre avivando nosso sentido verde.... de vida! De amar e ser gentil...

    bjs

    Grata pelas visitas e comentarios, grata mesmo...

    (brasileirinha)

    ResponderEliminar
  7. Eduardo

    Sempre as ovelhas e as azeitonas e... alguma exploração do homem pastor.
    Moral de sempre.

    Abraços e bom fim de semana

    SOL

    ResponderEliminar
  8. Pelas as/os fãs tenho muito carinho.
    Vivemos em paz e alegria
    Em qualquer cantinho
    Amor e liberdade
    Outro sentido não faria
    Se fosse mentia, e não verdade.

    Para todos desejo, fim de semana com muito calor, na praia, em casa ou no campo. De barco, de avião ou de carro.
    No Alto Mar, no ar, ou na estrada
    Feliz passei, melhor regresso.
    Eduardo.

    ResponderEliminar
  9. Eu que vivo no alentejo sei do que falas no teu poema e é com mágoa que vejo ainda alguma exploração nas nossas terras de ouro.
    Bom fim de semana.

    ResponderEliminar
  10. Sandra, não vivo, mas no Alentejo nasci
    Não falo, só por falar
    Digo o que lá vivi
    Para a esse tempo não voltar
    é preciso não deixar
    Para não sofrerem o que já sofri.

    Obrigado pelo seu comentário, tenha um fim de semana muito feliz.
    Um bjs.
    Eduardo.

    ResponderEliminar