quinta-feira, 11 de maio de 2017

"PRESSA E FÉ"

Bandeira  no mastro,
içada a meia altura
veleiro ancorado
no cais da ternura!

Desembarcou um Marinheiro,
 de uma outra figura acompanhado
 sem boina na cabeça, careca sem cabelo
 logo pelos jornalistas foi abordado.

Só disse que tinha pressa e fé,
de encontrar a Esperança 
 sentindo em si segurança
caminhou para o Cais do Sodré.

Onde foi informado, 
para um bairro diferente 
de que já se tinha mudado 
seguiu para o Intendente
mas foi no Bairro Alto.

Consta que a encontrou,
 ao cais regressou sorridente
 rumo a outro continente
com ela no veleiro zarpou!
(Edumanes)

6 comentários:

  1. VIVA A MARINHA PORTUGUESA!
    VIVA O POETA EDUMANES
    VEM A FÁTIMA COM CERTEZA
    COM SUA FÉ NÃO ME ENGANES.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não te engana de certeza,
      se por engano te enganar
      com toda a tua delicadeza
      creio que lhe vais perdoar!

      Eliminar
  2. Eu já ouvi falar dessa Esperança!
    Também fui do Cais do Sodré ao Intendente, passei pelo Bairro Alto, mas nunca a encontrei. Se calhar atrasei-me e outro a levou com ele.

    ResponderEliminar
  3. Não encontraste a esperança,
    dizes que chegaste atrasado
    mas tiveste com outra tanta
    sorte, bem foste compensado!

    ResponderEliminar
  4. Oi, Edu!

    Lindos versos, sempre!...
    Tão bom viajar rumo à Esperança... Por vezes a esquecemos em algum porto...

    Beijos! =)

    ResponderEliminar
  5. "Esperanças" de marinheiro, gostei bastante deste poema amigo Eduardo.
    Um abraço e bom fim-de-semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    Livros-Autografados

    ResponderEliminar