quinta-feira, 3 de abril de 2014

"CIDADÃO REVOLTADO"

Cidadão revoltado!
Sem dinheiro receber
 Trabalhei, andei descalço
Tenho razão para o ser.

Agora estou aposentado!
Chegou o governo cortador
Corta pensão e ordenado
No país aumenta o terror!

Já promete o IRS baixar!
Aproximam-se as eleições
Para os eleitores enganar
Depois das eleições ganhar
Corta ordenados e pensões!

Com o meu voto, não ganha não,
O meu voto não o dou um governo
Que a quem trabalha tira o pão!
(Eduardo Maria Nunes)

6 comentários:

  1. Não fique revoltado amigo Edu,não vale a pena.
    Bjs
    Carmen Lúcia.

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  2. Ao passar pela net encontrei seu blog, estive a ver e ler alguma postagens é um bom blog, daqueles que gostamos de visitar, e ficar mais um pouco.
    Eu também tenho um blog, Peregrino E servo, se desejar fazer uma visita.
    Ficarei radiante se desejar fazer parte dos meus amigos virtuais, saiba que sempre retribuo seguido também o seu blog. Deixo os meus cumprimentos e saudações.
    Sou António Batalha.

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  3. Isto hoje está um deserto! Se não fosses tu e os teus amigos do outro lado do Atlântico só cá haveria moscas!
    Tu não te cansas de bater nos amigos da gamela, mas vê lá se poupas essas energias, pois as eleições a sério são só daqui a um ano. Nessa altura é que temos que lhes soltar os cães para os pôr a correr daqui para fora.

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  4. E mais um comentário, como observação ao comentário anterior.
    O António Batalha pede para irmos espreitar o blog dele, coisa que eu fiz, mas a porta não se abre!
    Qual será o problema?

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  5. Por acaso foi algo que o meu marido comentou hoje à hora do almoço (sobre a descida do irs), e eu respondi-lhe que é uma pena as pessoas votarem sempre nos mesmos. É como os clubes de futebol, se são de um clube não mudam.E depois queixam-se do quê?
    Tem toda a razão para estar revoltado, Eduardo, como a maioria dos portugueses.
    Um abraço.

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  6. Gostei bastante do poema! Bastante atual. Infelizmente, poemas sobre este e outros assuntos relacionados com a podridão do nosso país são atuais à muito tempo...

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